sábado, 13 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Hora da Faxina: Locutores - Estrelismo
Estrelismo
Em todas as profissões existe aquela aura mística envolvendo pessoas de mais tempo no cargo, ou, por serem admiradas por sua competência. A história está cheia de exemplos deste tipo de comportamento, e em contrapartida, o vil aproveitamento dos menos experientes para dali se promoverem ainda mais.
Pessoas famosas em muitos setores se promoveram às custas de seus pupilos. Centros de invenções que eram criadas por assistentes sempre atribuíam a patente ao seu mestre, lhe conferindo o título de inventor. E, neste sentido, a invenção da lâmpada elétrica foi uma das muitas discrepâncias existentes nos livros de história.
Mas, não quero me ater a dados, nomes e datas nesta crônica. Quero falar do mundo atual e o quanto vejo estrelismos brilhando aqui e acolá, de uma forma às vezes tão explícita que chega ficar constrangedor. Em muitos setores. Basta prestar um pouco de atenção e a gente descobre topetes se sobressaindo no meio profissional em que se encontram.
Muito disto se vê no meio das vozes privilegiadas a quem Deus deu o dom de trazerem através da comunicação os mais diversos tipos de trabalhos, desde anunciar até comunicar ou instruir. A voz é para o locutor como são as pernas para o jogador de futebol: sem treino, técnica, e discernimento, nada de prodigioso acontece. Simplesmente são vozes e jogadores de várzea de fim-de-semana. Mas, depois de muita ralação, estudo, dedicação e aprendizado, todo o quadro muda porque as pessoas, tanto no campo da voz como do jogo, aprendem onde e quanto tempo devem exercitar para chegarem a um resultado de atletas. Atletas sim, pois quem não tem treino vocal não consegue falar em voz alta um dia inteiro sem ficar rouco, assim como o jogador de futebol não consegue correr noventa minutos sem ter câimbras.
E então o estrelismo se faz presente. Vou falar do mundo da voz que conheço razoavelmente bem já que venho embrenhado neste meio há anos. Muitos colegas de voz, por terem um emprego numa emissora comercial em alguma cidade um pouco maior já espezinham locutores de rádios comunitárias da mesma cidade simplesmente por atuarem em rádio comunitária. Eu venho de uma emissora comercial e justamente troquei para uma comunitária porque não me submeti à escolha torpe de seu dono me dizendo o que eu tinha que tocar no meu programa dedicado aos apreciadores de música alemã da qual ele não conhecia bulhufas.
Outro exemplo gira em torno de comentários nas redes sociais, onde muitos locutores acabam virando amigos virtuais. Pois, basta alguém colocar uma oferta de gravações a um preço lá embaixo, que o pau come e muitos topetudos caem em cima da pobre alma dizendo que está desmerecendo a classe. Pergunto: alguém se dignou a perguntar para o locutor o motivo de ele estar quase se prostituíndo? Não! Ninguém pensa que o cara tem a prestação da casa ou aluguel vencendo e falta alguma grana para completar o valor, ou que tem um filho hospitalizado e a conta está correndo. Gente!!!!! Cada um sabe o valor de seu trabalho, mas tem momentos em que há necessidade de fazer uma liquidação para garantir um extra por enésimos motivos.
Não fosse só isso, ainda tem aqueles que vêm no chat chamar a atenção por estar abrindo de bandeja o caminho a concorrentes e com isso eu estou indo contra a classe. Que classe? De locutores? Não!!!! Estou indo contra a classe de estrelas que acham que só aqueles cinco minutos de fama que lhes deu algum progama de TV os deixa endeusados e que vão morrer abraçados a esta causa, nem que não trabalhem mais por ter um cachê muito alto. Está na hora de repensarmos valores. Não só no meio da locução. Em todos. A ver as pessoas com as mesmas possibilidades que nós porque nossa voz não será sempre a preferida de quem contrata. Ele quer variedades. Assim como o técnico de futebol não vai querer sempre um destro. Talvez um canhoto faça a diferença.
O estrelismo entre o meio dos locutores chega a tal ponto, que nos idos dos anos dois mil, eu fazia um programa de três horas nesta rádio comercial que falei acima, e logo depois, às vinte horas era substituído por um topete. Ele sempre entrava no estúdio escovando os dentes. Ia direto para o banheiro lavar a boca e voltava com aquele sorriso creme dental. Aquilo me intrigava, pois, ele podia vir já com a higiene feita de casa. Um dia, minha curiosidade falou mais alto e perguntei:
- Fulano, por que você entra sempre no estúdio escovando os dentes?
Ele arregalou os olhos e respondeu:
- Ué, você não sabia? Boca asseada e hálito limpo fazem a voz ficar perfeita.
Áh, tá! Deixa eu entender: quer dizer que exercício de aquecimento de voz não precisa, nada precisa. Basta escovar os dentes? ...Bora escovar os dentes!
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Culinária: Costela Bovina desossada, Assada no Forno, no Bafo
Hoje passei da conta na mesa :( Meu almocinho básico estava muuuuuuuuito bom. kkkkkkkkkkkkk Terrível esta receita da costela no bafo. Delícia dos deuses. Servidos???? Delííííícia
Aqui a receita para quem quiser fazer. É meio trabalhoso e leva muito tempo, mas o resultado final faz a diferença:
Costela no bafo recheada (eu fiz a metade da receita):
INGREDIENTES (PARA 8 PESSOAS):
3 kg de costela de ripa (bovina)
1 gomo de linguiça calabresa defumada
300 g de bacon
2 pimentões verdes
2 cenouras médias
8 batata médias
Sal a gosto
Pimenta-do-reino branca a gosto
Gril da Maggi
Papel filme para churrasco
1 metro de barbante para prender o filme
MODO DE FAZER
A costela de ripa é aquela costela larga com ossos em formas de ripa, um paralelo ao outro
Desosse na véspera a costela passando uma faca afiada ao redor destas ripas, removendo-as da peça sem despedaçá-la.
Tempere com sal, pimenta e Gril no lado de fora e misture como se fosse massa de pão.
NO DIA SEGUINTE, 5 HORAS ANTES:
Corte 1 cebola em cubinhos e reserve.
Corte o bacon em cubos grosseiramente e reserve
Corte a cenoura em palitos de aproximadamente 1 cm de espessura, reserve.
Corte os pimentões em tiras de aproximadamente 1 cm de espessura e reserve.
Coloque a peça de costela aberta com o local onde estavam as ripas virado para cima.
Espalhe sobre a costela já desossada metade dos ingredientes, alternando uma tira de cenoura com uma tira de pimentão. Salpique por cima metade da cebola misturada com o bacon e a sobra da linguiça calabresa.
Retire a pele da linguiça calabresa, corte ela no tamanho da largura da costela e coloque-a sobre a costela. O resto dela pique grosseiramente e misture com os outros ingredientes.
Agora chegamos na parte mais importante:
Enrolar a costela tomando cuidado para que o recheio não caia
Após enrolada, prenda com barbante, amarre bem forte nas laterais e no centro da peça da costela.
Vai ter a aparência de um bife à rolê gigante.
Abra um papel filme e coloque-a sobre o mesmo. Corte a batata em tiras de um centímetro, tempere com sal a gosto.
Espalhe sobre o papel filme, ao redor da costela, o restante dos ingredientes para que os mesmos possam cozinhar com a costela, juntando as batatas.
Enrole a peça dando ao menos 4 voltas com o papel filme.
Amarre as pontas com o barbante.
É extremamente importante que seja amarrado fortemente as pontas para que o ar não vaze com facilidade.
Este é o segredo de termos uma costela bem molinha, daí o nome "No Bafo".
A peça em seu estado final deve parecer uma grande bala amarrada nas pontas.
Leve ao forno durante cinco horas em 180 graus, colocando-a diretamente sobre a grelha e depois de duas horas coloque dentro de assadeira para o líquido que sair não sujar o forno.
Deixe a costela assar fogo médio-baixo virando-a após 3 horas
Pronto, agora é só cortar o filme e servir esta costela que vai derreter como manteiga em sua boca.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Hora da Faxina: Coisas Exatas
Coisas Exatas
É incrível como no Brasil não se respeita tudo o que é relacionado à exatidão. Horários são queimados de qualquer jeito, mesmo que tenham sido pré-estabelecidos e afixados para uma referência ao cliente. Sempre fico impressionado que pessoas perdem provas de vestibular por se atrasarem para o evento.
Assim como até já é tradição a noiva deixar o noivo esperando no altar para gerar um clima de apreensão. Vivi este clima também há mais de trinta anos quando casei e confesso que não é nada agradável para o noivo. Revejo a situação nitidamente ainda hoje.
O que é corrente na conversa de quem trabalha em rádio, é que todos os simples mortais do Brasil deveriam um dia ter um programa de rádio que imprescindivelmente começa no horário certo. Não tem como querer atrasar porque queimar horário de rádio é queimar patrocinador, enfim, queimar dinheiro. Por isto que os programas sempre iniciam na hora certa e terminam na hora certa, sem excessões.
Tem gente que assume um mundo exato em todos os detalhes em sua vida. A quantidade de roupas que compra, que usa, a quantidade de comida consumida no mês, as vezes em que vai usar o automóvel, o uso do celular, enfim, a vida é tão regrada, por demais policiada, que chega a ser difícil viver ou conviver assim. Ainda mais quando tem filhos e a restrição é para somente duas folhinhas de queijo e presunto para o jantar.
A lista podia ser muito grande. E muitas pessoas não sabem administrar pequenas diferenças em seus resultados, querendo sempre tudo no mais exato possível. Até certo ponto eu concordo porque, se por exemplo, uma receita pede dois ovos é porque ela já foi testada com um ovo, com três ovos, ou até mais, e o resultado melhor acabou sendo o de dois ovos misturados na receita.
Falando em exatidão, em receitas, eu vi duas coisas na fila do açougue no supermercado que me deixaram com vontade de escrever a respeito. Por isto este artigo. A primeira aconteceu há uns meses atrás, quando eu estava na fila do açougue, uma senhora na minha frente, pediu 5 pacotes separados de bifes, cada um com duzentos gramas para por no freezer. O garçom ainda tentou explicar que faria dez bifes e que ela congelasse separados de dois em dois, mas ela foi irredutível e disse que a obrigação dele era fornecer a carne do jeito como ela estava querendo. E ela berrando alto, a ponto de todos ficarem a par de sua escolha. O burburinho na fila foi intenso num comentário meio debochado sobre a insistência da cliente.
Uma outra vez, também na fila do açougue no supermercado, uma jovem senhora estava depois de mim. Eu estava comprando diversos tipos de carne e meu pedido estava demorando para ficar pronto. E o segundo açougueiro perguntou para a moça o que queria e ela disse:
- Tem filé mignon?
O açougueiro disse que sim, ao que ela retrucou:
- Então me vê meio quilo!
O açougueiro gentilmente disse a ela que podia ver pelo menor filé mignon que tivesse, mas que geralmente passava de um quilo e que ela teria que levá-lo todo, pois este tipo de carne não era cortado para vender em partes.
A moça primeiro ficou pensativa, mas, ansiosa disse que levaria a peça inteira. O açougueiro foi prontamente pegar a carne e trouxe para cima da mesa onde a limpou, tirando tudo que não fosse carne, já que era filé mignon. Enquanto ele estava fazendo isso ela disse:
- Tira 500 gramas e faz moída pra mim.
O açougueiro olhou com cara de indagação pra ela, mas fez o que pediu. Eu fiquei pensando onde ela iria usar esta carne, afinal, filé mignon desmancha fácil de tão macio que é, moído então, viraria uma massa só. Enquanto o açougueiro moía o pedaço de carne, ela olhou para mim esboçando um sorriso de vitoriosa. Quando o açougueiro trouxe o pedaço na balança, ela acusou 510 gramas. Ele já ia fechar o pacote, quando ela disse nervosa:
- Não, não, não! Tira dez gramas senão minha receita vai desandar!
Estou tentando até hoje descobrir que receita tão exata é esta, onde o ingrediente principal é filé mignon moído e não pode passar de quinhentos gramas.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Culinária: Frango Coronado
FRANGO CORONADO
INGREDIENTES (para 4 pessoas):
1 kg de coxinhas da asa de frango
1 cebola roxa grande
1 pimentão vermelho médio
1 colher de colorau
2 colheres de maionese
1 colher de azeite de oliva
Sal, Fondor (Maggi) e pimenta moída branca a gosto
Orégano para salpicar.
MODO DE FAZER:
Ligue o forno em 250 graus. Pegue as coxinhas e dê umas duas ou três estocadas com faca pontuda em cada peça para o tempero penetrar. Depois lave as peças em água corrente e reserve em escorredor de massa para sair a água. Enquanto isto, unte o fundo de uma forma média com o azeite de oliva. Depois corte a cebola em rodelas finas e forre todo o fundo da forma com as rodelas. Reserve. Corte o pimentão em rodelas na quantidade das coxinhas. Reserve. Pegue as peças de frango, coloque numa bacia e tempere com sal, fondor e pimenta ao seu gosto. Jogue por cima o colorau e misture com as mãos como se fizesse massa, durante um bom tempo (mais ou menos 5 minutos) para o tempero agregar às coxinhas. Acrescente as duas colheres de maionese e misture tudo até as peças ficarem homogêneas. Depois pegue uma rodela de pimentão, enlace a coxinha e coloque na forma sobre as rodelas de cebola. Depois de tudo colocado na forma, salpique o orégano por cima, levando ao forno por meia hora em 250 graus.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Hora da Faxina: Pessoas Chatas
Pessoas Chatas.
Estava tranquilamente escolhendo batatas rosas na fruteira do supermercado quando uma pessoa se aproximou de mim, ficou do meu lado escolhendo batatas brancas. Sem olhar para mim, remexendo as batatas a mulher falou:
- Está desperdiçando gás escolhendo batata rosa!
Custei a entender a metáfora proferida pela mulher. Até que me dei conta que a batata branca cozinha em torno de trinta por cento mais ligeiro do que a rosa. Me deu uma vontade de dizer que o gás era eu quem pagava e não ela, mas me contive e respondi:
- Eu sei que a batata rosa leva mais tempo para cozinhar. Mas seu sabor e textura na maionese fica muito melhor que da branca. Além disso, com este verão, as brancas apodrecem num piscar de olhos.
A mulher, conhecida minha, sem levantar os olhos, continuando na escolha de suas batatas completou:
- No preço que estão as coisas, muitas vezes se deve abrir mão do que é melhor pra economizar.
Ela terminou de escolher suas batatas saindo de perto de mim. Eu comecei a rir sozinho, pensando no que estava fazendo de errado escolhendo batatas rosas, ou, no que tinha acontecido à mulher para se meter com tamanha intimidade em minha vida.
Coloquei o saco de batatas no cestinho, comprei ainda alface e temperinho verde, e fui até a prateleira dos óleos e azeites para escolher um azeite de oliva. Coloquei a cestinha no chão e comecei a ler as embalagens para ver procedência, grau de prensagem a frio, estas coisas para pegar dentre todos os azeites oferecidos o que melhor combinava com meu paladar.
Enquanto estava concentrado, absorto na leitura de um rótulo, simplesmente vi uma garrafa de azeite sendo sobreposta à que estava lendo, e já ouvi uma voz masculina dizendo atrás de mim:
- Este é o azeite. O resto não presta!
Afastei a garrafa que o homem havia me enfiado na cara para o lado para ver quem era, e claro, vi que era um dos caras mais chatos de nossa cidade. E ele, num sorriso de quem domina tudo sobre azeites de oliva, ainda completou:
- Vou poupar o teu esforço e já coloco esta garrafa no teu sextinho.
E COLOCOU!!!! indo embora em seguida. É difícil me tirarem do sério, mas me deu vontade de pegar aquele azeite e atirar em direção do chato. Mas, devolvi a garrafa para a prateleira e pus na sexta de compras a que EU queria escolher.
Comprei mais algumas coisas, desta vez sem ninguém se meter na marca do macarrão que estava comprando, muito menos do queijo parmesão ralado. Ainda vi o homem no balcão da padaria ensinando as meninas atendentes como deve ser a cor do pão para ele ter o melhor sabor.
Quando cheguei perto do caixa para pagar minhas compras, já ouvi de longe a voz de uma das pessoas mais chatas que conheço. Ela exala chatice por todos os poros, porque quando vê a gente começa a indagar e perguntar tudo sobre a vida da gente:
- Vi que trocou de carro. Quanto custou? Financiou ou comprou à vista? Onde comprou?
...E vai costurando uma pergunta na outra se enfiando dentro da vida da gente como se fosse um vírus. Fiquei escondido atrás das gôndolas para a pessoa não me ver até que ouvi ela dizendo "tchau".
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Culinária: Couve-flor ao Molho de Mostarda
Couve-Flor ao molho de mostarda
INGREDIENTES (como acompanhamento para 4 pessoas):
2 xícaras de couve-flor (1/3 de uma cabeça de couve-flor)
8 tomates cereja
80 g de bacon
1 xícara de água
1 colher de sopa generosa de Maizena
2 colheres de sopa de mostarda.
MODO DE PREPARAR:
Pique o bacon bem fininho e ponha em panela para fritar. Enquanto isto separe a couve-flor em tufinhos pequenos. Quando o bacon estiver começando a dourar, acrescente 1/3 de xícara de água, mexa para soltar o bacon do fundo da panela e acrescente a couve-flor, tapando a panela. Deixe em fogo médio enquanto prepara o molho de mostarda. Coloque a xícara de água em um recipiente, acrescentando primeiro a maizena, mexendo até diluir, Depois acrescente as colheres de mostarda, desmanchando ela no preparo. Em seguida pique os tomates cereja em quatro pedaços e misture ao molho. Destampe a panela e quando estiver começando a secar o líquido, acrescente o molho de mostarda, mexendo sempre até criar forma de creme. Ponha em uma tigela e coloque por cima algumas gotas de mostarda. Pode ser servido quente, morno ou frio. O melhor sabor tem quando é servido morno.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Culinária: Sobrecoxa de Frango ao Molho de Queijo Prato
Sobrecoxa de Frango ao Creme de Queijo Prato
INGREDIENTES (6 porções):
14 sobrecoxas (em torno de 2,2 kg)
300 g de queijo prato
200 g de bacon
1 cebola roxa pequena
Sal, pimenta branca moída, Fondor (Maggi) a gosto
1 colher de colorau
PARA EMPANAR:
150 g de farinha de pão
200 g de maionese (Hellmann's)
1 fio de azeite de oliva para untar a forma.
MODO DE FAZER:
Tire a pele e todas as gorduras das sobrecoxas. Depois com uma faca estreita retire o osso. Coloque as peças todas em gamela ou bacia com o dorso para cima (a parte onde estava o osso fica para baixo). Pique a cebola fininha e espalhe por cima, acrescentando o sal, pimenta, fondor e colorau. Misture tudo amassando como fosse massa até que tudo esteja homogêneo. Reserve para o frango 'pegar' os temperos. Enquanto isto, corte o bacon e o o queijo em 14 palitos de mais ou menos 1 cm e no comprimento das sobrecoxas. Quando tiver terminado, acrescente a maionese às sobrecoxas misturando com as mãos até a mistura ficar homogênea. Em outra bacia, coloque a farinha de pão. Pegue cada peça de frango, coloque um pedaço de bacon e um pedaço de queijo, enrolando. Segure a parte da emenda da sobrecoxa com uma mão e com a outra mão regue a peça generosamente com farinha de pão até ela estar completamente tomada. Coloque em forma untada com azeite de oliva e leve ao forno FRIO. Marque uma hora na temperatura de 200 graus. O queijo vai cozinhar dentro das peças e vai derreter, saindo das sobrecoxas e criando um molho cremoso no fundo da forma juntamente com as peças assadas.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Culinária: Salada de batatas alemã
Salada de Batatas Alemã:
INGREDIENTES (4 PESSOAS):
6 batatas brancas médias (400 g)
100 g de bacon
1 cebola roxa média picada a grosso modo
1 xícara de cafezinho de vinagre de vinho tinto
1 colher de chá de mostarda (Hemmer)
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1/2 xícara de salsa e cebolinha picadas
1 tomate médio picado a grosso modo
1 tomate médio picado a grosso modo
Sal e pimenta a gosto.
PREPARO:
Cozinhe as batatas por 45 minutos. Escorra e deixe esfriar. Corte as batatas com casca, e o tomate grosseiramente. Tempere com sal e pimenta e reserve. Pique o bacon em cubinhos e frite ele até ficar crocante. Espalhe por cima da batata, tendo o cuidado de não tirar a banha da frigideira. Coloque a cebola picada na frigideira junto com a banha do bacon e vá mexendo sempre até ela amolecer. Acrescente o vinagre e a mostarda, cozinhando até notar que a mistura deixou de ser líquida (mais ou menos 3 minutos). Retire do fogo, acrescente o azeite de oliva e misture. Derrame esta mistura sobre as batatas. Coloque na geladeira para esfriar completamente. Distribua por cima a salsa e cebolinha antes de servir.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Hora da Faxina: Falar em Diminutivo
Falar em Diminutivo.
Você certamente já se sentiu contagiado com algo falado a você no diminutivo não?
Quando algo é mencionado a nosso respeito no diminutivo, parece que já vem doce, realizado, não temos nem coragem de contestar porque ficamos desarmados, sem ação frente àquela palavra no diminutivo. Se alguém diz: "Você é uma pessoa especial!" É uma expressão que contagia nosso coração. Mas, se ao invés disso alguém diz: "Você é uma pessoinha especial!" Nossa! Parece que a frase ficou anos luz à frente em matéria de carinho. Isso que me refiro. E tem muitas pessoas que conseguem usar o diminutivo sutilmente em suas manifestações, tornando nosso relacionamento algo gigante, aumentado, pelo tamanho do carinho embutido simplesmente em sua fala.
É tão engraçado isso, pois falando no diminutivo o poder do elogio se torna gigante. E as pessoas perderam o hábito de fazer isso. Já quase não dizem mais 'que graça!', quem dirá, 'que gracinha!'. Algo simples de dizer, de aplicar, mas não sei por que caiu de moda.
Falar no diminutivo é sempre construir algo melhor na referência a quem vai se referir. Vizinho é um termo que não está no diminutivo, mas tem o 'inho' para aproximar as pessoas que moram perto da gente e para quem a gente corre quando há necessidade de ajuda.
Por outro lado, existem pessoas que exploram esta prerrogativa justamente para se promoverem, para tirarem vantagem. Conheço algumas pessoas que se enquadram neste contexto e que, por serem tão sem noção, quando as vejo, as evito, fugindo de seu contato, sua conversa.
Conheço uma pessoa que é tão melosa, mas artificial, que fala tudo no diminutivo, inclusive advérbios, verbos, enfim, suas frases ficam pateticamente diminutivas. Por exemplo, quando for se referir ao tempo diz assim:
- Meu Deuzinho do ceuzinho! Hojezinho está fazendinho um calorzinho bem acimazinho do normal. Tomarinha que a aguinha da piscininha lá de casa esteja quentinha para que possaminhos entrarzinho nela e dar aquela curtidinha.
Ou seja, um parágrafo todo dito no diminutivo, algo inexistente. Para quem vê tudo isto do lado de fora logo entende que houve uma forma de forçar uma interpretação interativa da boa para algo que talvez não tivesse merecido tanto elogio. E não merecia mesmo. Porque quem fala assim, usa este recurso sempre em favor próprio.
Portanto: mesmo que pareça muito lindo a princípio, fuja de pessoas que expressam seus sentimentos no diminutivo, pois geralmente é para cativarem você e depois tirarem vantagem de você. Que coisinha!!!!
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